Segunda, 5 de Abril, 2021
A demissão coletiva dos três chefes das Forças Armadas, episódio inédito na República, foi o ponto alto de uma escalada de decisões do presidente Jair Bolsonaro em choque com os interesses da caserna. Por ora, os militares conseguiram traçar uma linha limitando o avanço da política sobre os quartéis. Os oficiais resistiram a uma tentativa do governo de cooptar apoio para propostas visando um Estado de exceção. O temor agora é de que os embates voltem à tona com a proximidade das eleições, em 2022.

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