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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Itabuna: Justiça manda para cadeia quadrilha que fraudava licitações na Câmara de Vereadores


Quarta, 31/07/2019

Loyola condenado a 19 anos de cadeia e Kleber condenado a 15 anos.

  Foi o que decidiu o juiz, Eros Cavalcanti da 2ª Vara Criminal de Itabuna, após julgar a ação movida pelo Ministério Público. Além de Clovis Loyola, que foi condenado a 19 anos, 10 meses e 5 dias de reclusão, em regime fechado, foram condenados também, Kleber Ferreira, 15 anos,6 meses e 20 dias, em regime fechado; 

Eduardo foi condenado a 10 anos e Alisson vai prestar serviços comunitários. Kleber era quem dividia os cheques, segundo o MP

Eduardo Freire de Menezes, 10 anos e 10 dias de reclusão em regime fechado;José Rodrigues Junior, 5 anos em regime fechado e Alisson Rodrigues, condenado a 2 anos e 08 meses em regime aberto, subsistidas por medidas restritivas, com prestação de serviços a comunidade  e prestação pecuniária, equivalente a três salários mínimos, em beneficio a uma instituição beneficente, que ficará a cargo da Justiça. Foram absorvidos os ex vereadores Roberto de Souza, e Ricardo Bacelar, além de Normélia Barbosa Silva.

Esquema – Segundo o Ministério Público, os condenados formaram uma quadrilha dentro da câmara de vereadores, e fraudavam licitações, causando um prejuízo para os cofres públicos de  R$ 372.000,00 ( Trezentos e setenta e dois mil reais ), o equivalente hoje a R$ 631.554,092 ( Seiscentos e trinta e um  mil, quinhentos e cinquenta e quatro reais e noventa e dois centavos.

Na denuncia, a empresa Mozaico Fábrica de Resultados Ltda-ME, representada por Normélia Barbosa Silva e Rui Barbosa Silva, foi ilegalmente beneficiada no processo de licitação, Nº 005/2009, modalidade tomada de preços, ato protagonizado por Kleber Ferreira da Silva, que na época era presidente da Comissão de Licitação da câmara de vereadores e por orientação de Clóvis Loyola, então presidente da câmara, em prejuízo da empresa BS Marketing Assessorias e Promoções Ltda.

O presidente Loyola, emitia um cheque no valor de R$ 40 mil por mês para a empresa Mosaíco, ela retirava os impostos, o valor do serviço, cerca de  R$ 7 mil e devolvia o restante para o grupo. Kleber, Rodrigo e Eduardo dividiam o valor em cheques nominais. 

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